11 de fevereiro de 2016

O TEOSOFISTA, Janeiro de 2016

 

Este é o pensamento de abertura, na edição de fevereiro:       

“A alma silenciosa contempla do alto as ideias de curto prazo, e as transcende.”

A página um apresenta o texto “O Casal é o Princípio da Vida”, do filósofo brasileiro Farias Brito (1862-1917).  

Às páginas dois e três, “Wen-tzu: A Sabedoria Natural do Taoismo” traz trechos de um livro de valor incalculável, neste momento esgotado e raro em nosso idioma.

Na continuação, um trecho da edição original de A Doutrina Secreta intitulado “Helena Blavatsky: o Átomo, A Mônada e a Onda de Vida Universal”. Ainda na p. 4, a breve nota “Calculando o Tamanho da Alma”.

O artigo “A Força das Fases da Lua: Uma Maré Sutil Influencia as Almas Humanas” está à página cinco.  As páginas 6 a 8 apresentam o texto “O Eu Inferior como Instrumento”. Em seguida o leitor vê “O Ponto Central no Círculo”.

Outros temas abordados pelo “Teosofista” de fevereiro incluem:     

* Antes Que a Voz Possa Falar;

* Jigoro Kano, o Fundador do Judô: Preservar a Energia Vital;

* Dois Trechos das Cartas dos Mestres;

* Ideias ao Longo do Caminho: Observando o Sagrado na Vida Diária;

* Ivan Il’in e a Consciência Legal: O Sentido de Justiça Como Sentimento Espiritual;

* O Carnaval Segundo a Teosofia;

* LUT: Três Tipos de Associados: os Níveis de Participação na Loja Unida; e

* O Pensamento Ignora Distâncias.

A edição tem 17 páginas e  inclui a lista dos textos publicados recentemente em nossos websites.


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A coleção completa de “O Teosofista” pode ser encontrada em sua própria seção temática no website www.FilosofiaEsoterica.com .

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Para conhecer a teosofia original desde o ângulo da vivência direta, leia o livro “Três Caminhos Para a Paz Interior”, de Carlos Cardoso Aveline.


Com 19 capítulos e 191 páginas, a obra foi publicada em 2002 pela Editora Teosófica de Brasília.   

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9 de fevereiro de 2016

COMO USAMOS O CONHECIMENTO

Ainda Está Sem Resposta Final
Um Desafio Formulado em 1750  

Carlos Cardoso Aveline

  

J.-J. Rousseau e a capa de uma das primeiras
edições do seu Discurso Sobre as Ciências e as Artes




Em Paris, no ano de 1750, a Academia de Dijon fez um concurso público que premiaria o melhor Discurso sobre o seguinte tema:

“Se o restabelecimento das ciências e das artes contribuiu para aperfeiçoar os costumes.”

A pergunta continha uma referência à Renascença dos dois séculos anteriores, durante os quais a sabedoria clássica grega e romana havia experimentado uma nova primavera. Devido ao renascimento das ciências e das artes, haviam melhorado os costumes, os hábitos as ações das pessoas? 

Essa era a questão colocada pela Academia.

O vencedor do concurso foi Jean-Jacques Rousseau com sua exposição “Sobre as Ciências e as Artes”. Sua abordagem constitui um dos pontos altos da filosofia de todos os tempos. E a resposta de Rousseau foi negativa. Ele achava que o conhecimento não estava sendo usado para o bem.[1]

Não seria sábio querer chegar a uma resposta rápida para a pergunta sobre se o conhecimento reunido pela humanidade está sendo usado corretamente. Melhor do que lançar  uma resposta pronta, é questionar-se a respeito.

O uso do conhecimento é contraditório. Ele é usado de modo construtivo e destrutivo,  conforme a situação. A luz e a sombra convivem. O papel evolutivo da ignorância organizada é garantir que a vitória da sabedoria, quando ocorrer, será merecida.

Cada vez que uma civilização vai além da fase útil do seu ciclo, ela é desconectada da Sabedoria e cai nas mãos da Ignorância, para que a destrua. Assim se abre espaço para uma outra forma melhor  de civilização.

O discurso fascinante de Rousseau em 1750 transmite uma bondade imensa, uma grande sabedoria. Ao ouvi-lo, vemos as culpas e os fracassos da humanidade. Rousseau quase descrê da busca do conhecimento. E no entanto ele dedicou sua vida conscientemente à busca da verdade. [2] A questão diante de nós, como a questão diante de Rousseau, não consiste em ter ou não ter conhecimento. A tarefa é examinar o que se deseja saber, quando se busca conhecimento; com que objetivo se faz isso, e que uso prático se dá ao saber, uma vez que ele é obtido.  

Culpar a humanidade é inútil. Desde os primeiros séculos da era cristã os profetas têm o hábito de condenar a humanidade e discursar sobre a sua decadência. Falar mal dos tempos atuais é um modo fácil de colocar-se acima da sociedade que nos rodeia. Lamentações servem para justificar o desânimo e as atitudes irresponsáveis. Cabe ser rigoroso. Mas é igualmente necessário apontar um futuro saudável que possa ser construído desde já, passo a passo, e cuja construção leve à felicidade, geração após geração.

A questão levantada por Rousseau deve ser vista como um problema prático.

Considerando que o movimento teosófico autêntico lida no século 21 com uma filosofia universal e que estimula os níveis superiores de consciência, cabe perguntar se os teosofistas em geral têm usado de modo correto o conhecimento que lhes foi confiado, e o conhecimento que obtiveram.

A resposta deve ser individual. É preferível que cada um fale por si. Mais do que condenar os outros, ou criticar a civilização atual, é útil que perguntemos a nós próprios até que ponto usamos para o bem o nosso conhecimento em cada aspecto da vida. Em que situações devemos melhorar?

Se um certo número de teosofistas autorresponsáveis diante do Carma usarem corretamente o conhecimento, obterão sabedoria. A percepção da ética divina nascida da prática filosófica passará por osmose a permear o resto da civilização. Isso ocorrerá de modo silencioso, de dentro para fora. Assim, o conhecimento humano passará a ser usado a cada século de  modo mais benigno do que no século anterior, dentro das possibilidades dos ciclos cármicos evolutivos. 

Para isso será preciso que cada um enfrente por si mesmo o peso da ignorância acumulada do mundo.

Não importa quanto “conhecimento” alguém pensa que tem. O significado do conhecimento está no que nós fazemos com ele. A sabedoria divina é não-verbal e só pode ser realmente obtida por aqueles que a merecem, e enquanto a merecem. Os outros só conseguem alcançar as palavras relativas à espiritualidade; e, com frequência, eles não sabem diferenciar as palavras corretas das palavras distorcidas. Terão de desenvolver o discernimento.

É a ação correta que faz com que mereçamos alcançar verdadeiro conhecimento. Quando usamos o nosso saber com intenção nobre e de modo acertado, ele se amplia. Assim cresce a capacidade de ver o que é verdadeiro e o que é falso.

Cabe lembrar que a sabedoria passa frequentemente desapercebida. Ela parece invisível, porque o verdadeiro saber tem mais afinidade com o silêncio do que com o barulho.

J.-J. Rousseau escreveu:

“Como seria bom para aqueles que vivem entre nós, se a nossa aparência externa fosse sempre um espelho dos nossos corações, se boas maneiras fossem também virtude, se os preceitos que nós recitamos fossem as normas da nossa conduta, se a verdadeira filosofia fosse inseparável do título de filósofo! [3] Mas estas boas qualidades raramente andam juntas, e a virtude dificilmente tem tanta pompa, ou tanta pose.” [4]

O autoconhecimento abre espaço para o autoesquecimento. Este último faz surgir uma simplicidade essencial diante da vida e dos testes que ela traz.

As armadilhas são inevitáveis. A vitória é certa quando há perseverança. O texto “O Dilema Ético de S. Paulo” [5] discute o processo de busca da ação correta.

O movimento teosófico autêntico é um refúgio para os que buscam a verdade e transcendem o apego a aparências. Nele cada estudante aprende com todos os outros na medida exata da sua capacidade de aprender; e a observação de si mesmo, feita com a intenção definida de melhorar,  expande a aptidão para alcançar a sabedoria.

Ao final de cada dia, assim como no fim de um ano ou de um mês, podemos perguntar-nos:

*Em que agi acertadamente neste período de tempo que agora termina? 
*Em que usei para o bem o conhecimento que penso que tenho?
*Como posso melhorar no ano que vem, ou a partir do mês que agora começa?

Quando os buscadores da verdade estão harmonizados interiormente entre si, cada um pode reunir-se melhor com sua própria alma. O conceito russo de sobornost significa “comunhão, comum-união, fraterna-unidade”, e é teosófico. Implica unidade com liberdade. Diz respeito às verdadeiras escolas esotéricas.

Para a filosofia dos eslavófilos, o real conhecimento só surge em conjunto com o sentimento de solidariedade incondicional para com todos os seres. 

Numa associação teosófica, o erro de cada um prejudica a todos. O acerto de um estudante beneficia os outros. A felicidade interior de um só indivíduo atrai bênçãos para o conjunto. O ponto fraco do meu colega é o meu ponto fraco. A vitória do meu irmão aumenta a força da luz no meu caminho.

NOTAS:

[1] “Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens, Precedido de Discurso sobre as Ciências e as Artes”, J.-J. Rousseau, Martins Fontes,  SP, 1993, 280 pp.;  ver pp. 1-117, especialmente as pp. 9 a 36, que contêm o discurso em si.

[2] Rousseau assumiu este compromisso consigo mesmo adotando uma máxima do pensador  clássico Juvenal. (“Os Devaneios do Caminhante Solitário”, Ed. UnB, Brasília, copyright 1986, 135 pp., Quarta Caminhada, p. 55, primeiro parágrafo e nota de rodapé do editor.)

[3] Ou da palavra “teosofista”.

[4] Trecho traduzido da edição em inglês do ensaio de Rousseau, “Discourse on the Sciences and Arts” (“Discurso Sobre as Ciências e Artes”), publicada no livro “Jean-Jacques Rousseau”, Susan Dunn, editor; Yale University Press, 2002, ver p. 49. Na edição brasileira de Martins Fontes, citada acima, veja as páginas 12-13.

[5] “O Dilema Ético de S. Paulo” está disponível em nossos websites associados. Veja também “A Sabedoria é Só Teórica?” e “A Diferença Entre a Teoria e o Discurso”.  Os três artigos são de Carlos Cardoso Aveline.

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Uma versão anterior do texto “Como Usamos o Conhecimento” foi divulgada na edição de dezembro de 2015 de “O Teosofista”. A sua presente versão, inclui o conteúdo da nota “Olhando Para o Coração Humano”, que  o leitor encontrará publicada sem nome de autor na edição de maio de 2014 do “Teosofista” (p. 04).

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6 de fevereiro de 2016

APRENDENDO A AJUDAR A HUMANIDADE

A Edição Crítica de ‘Luz no Caminho’,
Com Base nos Escritos de Helena Blavatsky 

Joaquim Soares



Dentro de cada ser humano está a única luz que pode iluminar o Caminho



O estudo das obras clássicas da literatura filosófica é uma das formas de que o estudante dispõe para desenvolver um contato mais profundo com a sua consciência espiritual.

O livro “Luz no Caminho”, de M.C., é, sem dúvida, uma das obras mais importantes. Tendo essencialmente a mesma fonte de outro clássico - “A Voz do Silêncio”, de Helena Blavatsky, ele contém valiosos ensinamentos sobre a arte de viver com sabedoria.

É um privilégio para os estudantes do século 21 terem ao seu alcance os mesmos aforismos que têm auxiliado ao longo de milênios outros aprendizes e aspirantes. Há numerosas edições de “Luz no Caminho”. A edição luso-brasileira publicada pelo “Aquarian Theosophist” é a primeira em qualquer idioma que contém uma análise e um enquadramento das virtudes e falhas do original escrito por Mabel Collins, com base nos escritos de Helena Blavatsky.  

Desde 1885, só agora foi produzida uma abordagem crítica da obra. Este fato faz com que a edição luso-brasileira seja única no mundo e saia na frente do mundo teosófico em língua inglesa. Ao mesmo tempo em que o leitor percebe os erros cometidos por M.C., ele tem a possibilidade de compreender melhor a importância dos ensinamentos presentes no livro.

O valor de uma obra pode ser medido pelo poder que ela tem de inspirar uma conduta superior e uma vida correta. Para que isso ocorra, é necessário por parte do estudante um esforço constante e persistente em procurar levar à prática o que é ensinado. Dessa forma o que é lido passa a ser experienciado e, assim, surge, pouco a pouco, a compreensão daquilo que está além das palavras. Aprendemos em “Luz no Caminho” que o aspirante à sabedoria deve transformar a si próprio no caminho a percorrer: 

“... Dentro de ti está a luz do mundo - a única luz que pode iluminar o Caminho.” (pp. 22 e 23)

A leitura desta edição - com tradução, notas e prólogo de Carlos Cardoso Aveline - torna mais claro um aspecto decisivo do ensinamento dado pelos grandes instrutores da humanidade: a ética, o altruísmo e a cooperação formam uma base inevitável, sobre a qual o aprendiz se pode capacitar para ser útil à Humanidade e alcançar a sabedoria.

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Joaquim Soares é coeditor dos blogues www.Vislumbres.com  e  www.Esoteric-Philosophy.com . O texto acima foi publicado inicialmente na edição de setembro de 2014 de “O Teosofista”.

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Veja aqui um vídeo de um minuto, produzido pelos nossos websites associados: 



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4 de fevereiro de 2016

A ARTE DE RENASCER A CADA DIA

Para ter o Conhecimento de
Um Velho e a Pureza de uma Criança

Joana Maria Pinho


 A sabedoria eterna guia a renovação da vida a cada instante
  

Para aqueles que anseiam começar a viver verdadeiramente, a  literatura teosófica recomenda a impessoalidade.

Esse ensinamento não implica aniquilar a personalidade, mas sim transformá-la em veículo do Eu Espiritual. Sobre o tema, Robert Crosbie escreveu:

“A impessoalidade não está em falar; não está em silenciar; não está em  insinuar; não  está em evitar; não está em negar.  E, sobretudo, ela não é uma diplomacia que funciona como uma máscara da ambição.”

E acrescentou:

“A impessoalidade significa estar livre da personalidade, mas nenhum de nós a obterá de imediato; e já estaremos progredindo bastante bem se estivermos vencendo a personalidade de modo lento e persistente.” [1]

Estar livre da personalidade significa acima de tudo que temos controle sobre ela. Essa é uma tarefa de longo prazo. Cabe ler a seguinte mensagem otimista de Crosbie:

“Para efeitos práticos: se estamos desenvolvendo um coração-de-criança; se estamos aprendendo a amar as coisas belas; se estamos tornando-nos mais honestos,  mais claros e mais simples;  se estamos começando a sentir o lado doce da vida;  se estamos gostando mais dos nossos amigos e ampliando o  círculo da amizade; se sentimos que nosso sentimento de simpatia se expande; se gostamos de trabalhar pela Teosofia,  e não pedimos por cargos, posições ou recompensas; se não nos preocupamos demasiado com ser ou não ser impessoal;  bem, isto é trilhar o caminho da impessoalidade.” [2]

O caminho do autoconhecimento e do autocontrole é longo, mas é através das pequenas conquistas que nos aproximamos das grandes vitórias. Devemos renascer a cada momento.

O texto “A Sabedoria dos Poetas” nos diz que “quem morre a cada instante para o passado é capaz de renascer a todo momento para a vida eterna.” [3] Ao renascermos, deixamos para trás  aspectos da personalidade que atrapalham o convívio com a Alma Universal. O que morre não é a personalidade em si, mas a forma como encaramos a vida. É através do eu individual que levantamos nosso olhar para as estrelas e refletimos sobre sua  luz e sua graça.

Renascer torna-nos crianças e são vários os textos clássicos que nos falam da necessidade de recuperarmos esse nível de pureza. Podemos ler na obra “A Voz do Silêncio”:

“O Aluno deve recuperar o estado infantil que ele perdeu, antes que o primeiro som possa chegar ao seu ouvido.” [4]

 “Luz no Caminho” reafirma essa mesma ideia no seguinte trecho:

“O ser humano deve tornar-se como uma criança pequena, antes que possa ingressar no reino dos céus.” [5]

A obra de M. C. diz ainda que o estudante, ao renunciar ao egoísmo,  “volta para o mundo na condição de um ser desprotegido, como uma criança recém-nascida. E isso é, exatamente, o que ele é. Ele começou a nascer de novo no plano superior da vida, naquele planalto bem iluminado em que os ventos correm livres, e de onde os olhos veem inteligentemente o mundo a partir de uma nova percepção.” [6]

As crianças simbolizam o amor e a compaixão universais [7]. É retomando esse estado inicial que começamos a viver verdadeiramente e a voz do nosso pai - Eu Superior - pode ser escutada e orientar-nos para o bem. Por isso o texto “Círculos Magnéticos de Amor Universal” [8] afirma:

“É recomendável ter a experiência de um velho e a alma de uma criança.” 

NOTAS:

[1] Do texto “O Que É Impessoalidade”, de Robert Crosbie, que está publicado em nossos websites associados.   

[2] Idem.  

[3] Do texto “A Sabedoria dos Poetas”, de Carlos Cardoso Aveline. Disponível em nossos websites.

[4] Da obra “A Voz do Silêncio”, de Helena P. Blavatsky, edição online de www.FilosofiaEsoterica.com e seus websites associados, ver  p. 12.

[5] “Luz no Caminho”, de M.C., The Aquarian Theosophist, Portugal, 2014, 85 pp., p. 78.

[6] “Luz no Caminho”, de M.C., The Aquarian Theosophist, 85 pp., p. 77.

[7] Sobre o simbolismo das crianças e o que podemos aprender com elas leia em nossos websites o texto “O Poder das Crianças”, de Carlos Cardoso Aveline.

[8] Do texto “Círculos Magnéticos de Amor Universal”, de C. C. Aveline. Disponível em nossos websites.

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O texto acima foi publicado originalmente sem indicação do nome da autora, na edição de janeiro de 2015 de “O Teosofista”.

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Para conhecer a teosofia original desde o ângulo da vivência direta, leia o livro “Três Caminhos Para a Paz Interior”, de Carlos Cardoso Aveline.

 

Com 19 capítulos e 191 páginas, a obra foi publicada em 2002 pela Editora Teosófica de Brasília.   

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