30 de Novembro de 2009

29 de Novembro de 2009

Loja Unida de Teosofistas - a Semente e o Organismo


Loja Unida de Teosofistas --- 18 de Fevereiro de 1909


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A L.U.T. foi fundada na Califórnia


em 18  de Fevereiro de 1909  por iniciativa
de Robert Crosbie e a partir uma visão
não-burocrática e não-sectária do movimento
teosófico, em  que se dá prioriza a autonomia
do aprendiz e a vivência da filosofia esotérica.
O texto a seguir foi traduzido da revista
“Theosophy”, de Los Angeles, EUA, edição
de Fevereiro de 1958, p. 145. Título original:
“U.L.T. - February 18, 1909”

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A Loja Unida de Teosofistas foi fundada e é mantida com base em um princípio muito simples e uma convicção muito simples. Ela foi inaugurada a partir do princípio e da convicção de que uma semente, plantada na Primavera, se tornará um organismo viável no Outono.

A semente era a simples verdade Teosófica, regada pelo estímulo de um sacrifício inabalável. Considerava-se que um número suficiente de indivíduos seria atraído a um centro vivo através de uma afinidade Cármica natural, e que eles, por sua vez, atrairiam outros através do contacto, dos preceitos, do exemplo – e do nascimento.

Considerava-se que cada componente encontraria seu lugar,    sua relação natural com os seus predecessores,   gradualmente –  por um processo lento e natural de agregação, de selecção e de fusão. Considerava-se que ao longo do tempo um organismo natural cresceria, e que nele cada célula estaria presente por uma decisão individual e uma aptidão natural; e também que por este processo, com a afiliação sendo possível apenas através do trabalho e da lealdade, seria impossível que qualquer pedaço de madeira sem vida, qualquer unidade inactiva ou que pensasse só em si mesma, fosse incluída na fibra da planta.

Todos os estímulos ao crescimento de ervas daninhas foram excluídos através  do rígido princípio do “anonimato”, e da busca de exposições claras, sem  exageros, invenções ou sensacionalismo. A tendência de criar uma organização regida por regulamentações é suprimida pela distribuição de trabalhos e tarefas,   e pela incessante auto-observação para evitar a formação incipiente de pequenos grupos fechados (“panelinhas”) ou de inclinações pessoais automáticas – o que sempre dá lugar ao surgimento formal e pessoal de  “líderes” e “professores”.


A marca do verdadeiro associado da L.U.T. não está registada nas listas de membros. Ela  está presente na própria atitude do membro; e o que ele leva, nesta marca, é o critério das responsabilidades que ele assumiu, e do seu lugar no organismo vivo.


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Se tiver interesse em obter mais informações sobre o passado e o presente da Loja Unida de Teosofistas,  escreva para lutbr@terra.com.br .      

Visite, no website www.filosofiaesoterica.com ,  as seções temáticas “Loja Unida de Teosofistas” e “Movimento Teosófico” .

Para ter acesso a um estudo regular da teosofia original através do e-grupo SerAtento,  escreva alutbr@terra.com.br   e pergunte como acompanhar diariamente o trabalho do e-grupo SerAtento.


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Para saber mais visite:

23 de Novembro de 2009

A CONSPIRAÇÃO DA DÚVIDA



Por Que o Público Não Sabe do

Tamanho da Crise Ambiental


Al Gore


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Al Gore é ex-vice-presidente dos EUA e ganhou o Prêmio Nobel

da Paz por sua ação em defesa do equilíbrio ecológico em escala

global. No texto a seguir ele mostra a conspiração criminosa

de alto nível − envolvendo o governo do ex-presidente George W.

Bush e companhias multinacionais − para que pouco ou nada seja

feito em relação à crise ambiental causada pelo excesso de dióxido de

carbono na atmosfera. A conspiração é internacional e está longe de

ser vencida − como demonstra, por exemplo, a estranha omissão que

há no Brasil [e em Portugal] diante do desafio criado pela mudança climática.


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O risco ambiental estratégico mais bem conhecido e, de longe, o mais sério é a crise climática. Para mim, esta questão está em uma categoria especial, em função dos problemas que acarreta. Preocupo-me particularmente porque a grande maioria dos cientistas ambientais mais respeitados de todo o mundo fez soar um alarme claro e urgente. A comunidade internacional − incluindo os EUA − deu início a uma enorme iniciativa, há vários anos, para montar um levantamento científico mais preciso com as evidências cada vez mais numerosas de que o ambiente da Terra está sofrendo danos severos e potencialmente irreparáveis decorrentes do acúmulo sem precedentes de poluentes na atmosfera.

Em essência, esses cientistas estão dizendo às pessoas de todas as nações que o aquecimento global causado pelas atividades humanas tornou-se uma séria ameaça ao nosso futuro comum e deve ser confrontado. (......)

Apesar das claras evidências disponíveis ao nosso redor, existem muitas pessoas que continuam a acreditar que o aquecimento global não é problema coisa nenhuma. E não é para menos, porque são alvo de uma campanha enorme e muito bem organizada de desinformação, impulsionada pelo governo [do ex-presidente George Bush] e fartamente financiada por empresas poluidoras que estão determinadas a deter qualquer ação que reduza as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa, que causa o aquecimento global, por medo de que seus lucros sejam afetados se precisarem parar de lançar tanta poluição na atmosfera.

Ideólogos de direita ricos se juntaram às empresas mais cínicas e irresponsáveis nos setores de petróleo, carvão e mineração para contribuir com grandes somas de dinheiro para financiar grupos de fachada pseudocientífica que têm como especialidade semear confusão sobre o aquecimento na mente do público. Publicam um “relatório” enganoso depois do outro, fingindo que existe discordância significativa dentro a comunidade científica em áreas em que, na verdade, há amplo consenso de base.

As técnicas empregadas foram usadas com êxito pela primeira vez anos antes, pela indústria do tabaco, em sua longa campanha para criar incerteza na mente do público a respeito dos problemas de saúde causados pelo fumo. De fato, alguns dos seguidores dessa cartilha que receberam dinheiro das empresas de tabaco durante aquela iniciativa agora estão sendo financiados por empresas de carvão e de petróleo em troca de sua disposição de dizer que o aquecimento global não é real.

No início de 2007, quando o novo relatório científico internacional do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estava sendo divulgado, um desses grupos de fachada, financiado pela ExxonMobil, ofereceu dez mil dólares por cada pseudo-estudo ou dissertação que contestasse as descobertas da comunidade científica. Esta estratégia foi adotada por décadas pelas empresas mais poluidoras.

Em um memorando franco a respeito de estratégia política para líderes republicanos, o especialista em opinião pública Frank Luntz expressou preocupação de que os eleitores poderiam punir candidatos que apoiavam a poluição, mas ofereceu conselhos sobre a principal tática para desarmar a questão: “Se o público chegar a acreditar que as questões científicas estão definidas, suas opiniões a respeito do aquecimento global vão mudar de acordo com isso. Portanto, é necessário continuar fazendo com que a ausência de certeza científica seja um item fundamental no debate (....).”

No entanto, o governo Bush foi muito além das recomendações de Luntz.

No caso da crise global do clima, Bush menosprezou publicamente cientistas de seu próprio governo que redigiram relatórios oficiais ressaltando o perigo extremo que ameaça os EUA e o mundo. No lugar destes documentos, ele preferiu análises com profundas falhas, cheias de interesses particulares, financiadas pela maior empresa de petróleo do mundo, a ExxonMobil. Chegou até a censurar elementos de um relatório da Agência de Proteção Ambiental que falava do aquecimento global e mandar substituir parte do conteúdo do relatório oficial do governo por trechos do documento da ExxonMobil. As consequências de aceitar o conselho da ExxonMobil – de não fazer nada para conter o aquecimento global – são quase impensáveis.

A ExxonMobil teve influência especial sobre o (....) governo [ de George W. Bush ] e tem sido mais ativa que qualquer outra empresa poluidora em suas iniciativas descaradas para tentar manipular as percepções públicas da realidade e da seriedade da crise climática. Diversas organizações dedicadas à integridade científica apontaram o dedo para as práticas vergonhosas da ExxonMobil, mas, até agora, sem resultados.

A Sociedade Real − o equivalente no Reino Unido à Academia Nacional de Ciências dos EUA – renovou formalmente seu pedido para que a ExxonMobil parasse de disseminar ao público informações “imprecisas”, “que induzem a muitos erros”, que “não condizem” com o que se aceita na comunidade científica a respeito da crise climática. A Sociedade Real também solicitou à ExxonMobil que pare de pagar milhões de dólares por ano a organizações que “representam de maneira enganosa a ciência das mudanças climáticas, pela negação total das evidências de que os gases responsáveis pelo efeito estufa são responsáveis pelas alterações no clima, ou por exagerar a quantidade e a importância da incerteza relativa ao conhecimento, ou por transmitir uma impressão falsa a respeito dos impactos potenciais da mudança climática antropogênica.” [1]

Outra organização de cientistas, a norte-americana União de Cientistas Responsáveis (Union of Concerned Scientists, UCS) preparou um extenso relatório em 2006 mostrando que “a Exxon Mobil pagou quase 16 milhões de dólares entre 1998 e 2005 a uma rede de 43 empresas de defesa de causas que buscam confundir o público a respeito da ciência do aquecimento global.”

“A ExxonMobil produziu incerteza a respeito das causas humanas do aquecimento global, da mesma maneira que as empresas de tabaco negaram que seu produto causava câncer de pulmão”, disse Alden Meyer, diretor de estratégia e planos de ação da UCS. “Investimentos modestos, porém eficientes, permitiram que a gigante do petróleo alimentasse dúvidas a respeito do aquecimento global para postergar ações do governo, da mesma maneira que o tabaco fez por mais de quarenta anos.”

Dois senadores dos EUA, a republicana Olympia Snowe, do Maine, e o democrata Jay Rockefeller, da Virgínia Ocidental, também se uniram à iniciativa crescente de persuadir a ExxonMobil a se comportar de maneira ética. Os dois senadores disseram que a ousada e descarada iniciativa da ExxonMobil para disseminar a ignorância e a confusão a respeito da crise climática “prejudicou a reputação dos EUA”. Dizendo que a representação errônea que a ExxonMobil faz da ciência não é honesta, manifestaram-se contra “o extenso financiamento da Exxon Mobil a uma ‘câmara de eco’ de pseudociência que não conta com a aprovação de especialistas.”

O motivo que a Exxon Mobil tem para se envolver nessa iniciativa extraordinária e incansável de dissimulação em massa com certeza não tem mistério nenhum. No início de 2007, a empresa anunciou o maior lucro no ano anterior, 2006, de qualquer corporação da história do país.

NOTA:


[1] “Antropogênica”: causada pela civilização humana

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O texto acima é um trecho da obra “O Ataque à Razão”, de Al Gore, Ed. Manole, SP, 2007, pp. 179-182.

Veja os textos da seção “Crise Climática e Mudança de Civilização”, no website www.filosofiaesoterica.com. Sobre a relação entre as ideias de Al Gore e a filosofia esotérica, leia ali o artigo “Al Gore e a Tradição Esotérica”.


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Texto retirado do boletim O Teosofista, Abril 2009, do website www.filosofiaesoterica.com

22 de Novembro de 2009

Vídeo: Como Alcançar o Autoconhecimento

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Este vídeo também pode ser visualizado no Canal Vislumbres da Outra Margem, no Youtube

20 de Novembro de 2009

Cidadania Global Solidária

Eis o novo livro do Dr. Fernando Nobre, presidente da Assistência Médica Internacional (AMI).


Excerto


“A razão deste livro é simples: ser um espaço de liberdade e de total frontalidade, onde exprimo, sem constrangimentos nem rodeios ou intermediários, as minhas reflexões e pensamentos mais enraizados sobre os desafios, ameaças e esperanças globais que me interpelam enquanto cidadão do Mundo e português, consciente dos meus deveres de alertar consciências após mais de trinta anos de deambulações pelas quatro partidas do Mundo. Tal responsabilidade obriga-me a dizer e escrever exactamente aquilo que penso em nome da Humanidade, pois só perante ela me sinto obrigado: não posso esperar ter cem anos para o fazer! O meu lema resume-se a uma postura simples: recuso acomodar-me e não aceito inevitabilidades ou fatalismos. Nem em nome do universo, do planeta, da Europa ou de Portugal. Neste Mundo cheio de desafios e ameaças, porque em mudança instável, acelerada e multifacetada, onde o efémero nos quer engolir triturando os nossos valores, as nossas poucas certezas e a nossa ética, ainda há esperanças.” 

Do Prólogo


Leia também o artigo de Fernando Nobre:

18 de Novembro de 2009

Desflorestação das Florestas Tropicais e a Crise Ambiental

Este pequeno vídeo explica o que está acontecendo com o planeta como resultado do desmatamento da floresta. Usando imagens e gráficos, este filme explica a importância das florestas e porque devemos parar de destruí-las, antes que seja tarde demais.





Visite também:

THE CHARTER FOR COMPASSION / A CARTA PELA COMPAIXÃO









"O princípio da compaixão é o cerne de todas as tradições religiosas, éticas e espirituais, nos conclamando sempre a tratar todos os outros da mesma maneira como gostaríamos de ser tratados. A compaixão nos impele a trabalhar incessantemente com o intuito de aliviarmos o sofrimento do nosso próximo, o que inclui todas as criaturas, de nos destronarmos do centro do nosso mundo e, no lugar, colocar os outros, e de honrarmos a santidade inviolável de todo ser humano, tratando todas as pessoas, sem excepção, com absoluta justiça, eqüidade e respeito.


É necessário também, tanto na vida pública como na vida privada, nos abstermos, de forma consistente e empática, de infligir dor. Agir ou falar de maneira violenta devido a maldade, chauvinismo ou interesse próprio a fim de depauperar, explorar ou negar direitos básicos a alguém e incitar o ódio ao denegrir os outros - mesmo os nossos inimigos - é uma negação da nossa humanidade em comum. Reconhecemos que falhamos na tentativa de viver de forma compassiva e que alguns de nós até mesmo aumentaram a soma da miséria humana em nome da religião.


Portanto, conclamamos todos os homens e mulheres ~ a restaurar a compaixão ao centro da moralidade e da religião ~ a retornar ao antigo princípio de que é ilegítima qualquer interpretação das escrituras que gere ódio, violência ou desprezo ~ garantir que os jovens recebam informações exatas e respeitosas a respeito de outras tradições, religiões e culturas ~ incentivar uma apreciação positiva da diversidade religiosa e cultural ~ cultivar uma empatia bem-informada pelo sofrimento de todos os seres humanos - mesmo daqueles considerados inimigos


É urgente que façamos da compaixão uma força clara, luminosa e dinâmica no nosso mundo polarizado. Com raízes em uma determinação de princípios de transcender o egoísmo, a compaixão pode quebrar barreiras políticas, dogmáticas, ideológicas e religiosas. Nascida da nossa profunda interdependência, a compaixão é essencial para os relacionamentos humanos e para uma humanidade realizada. É o caminho para a iluminação e é indispensável para a criação de uma economia justa e de uma comunidade global pacífica."

16 de Novembro de 2009

Quer ajudar? Mude seus hábitos!




"A aproximação de uma informação cósmica de elevada qualidade provoca estremecimento na consciência humana, colocando em relevo o que de melhor e pior nós inventamos por aqui. O que de melhor se manifesta no âmbito privado, sem merecer destaque nos noticiários. O que de pior acontece, isso sim é noticiado e propagandeado, porque nas entrelinhas dos relacionamentos há o desígnio de um conluio silencioso entre os consumidores de notícias e as publicações. Enquanto isso, a notícia mais importante passa despercebida, nossa civilização está em processo acelerado e aprofundado de reinvenção. O que é civilização? É o que resulta do somatório dos hábitos, sentimentos e pensamentos de todos os seres humanos. Você quer ajudar? Mude seus hábitos! "


Fonte: http://www.astrologiareal.com.br/

15 de Novembro de 2009

A parte que deve ser feita por mãos humanas

“Ao longo de milénios, muitos verdadeiros e inspirados idealistas trouxeram impulsos, propostas e ensinamentos através dos quais a Humanidade melhor e mais rapidamente pudesse avançar no caminho evolutivo. Tristemente, a história repetiu-se muitas vezes: esses pioneiros viveram e lutaram por essa obra, deram-lhe tudo de si – tempo, bens materiais, o palpitar do seu coração, o ímpeto imenso com que estenderam as mãos ao Alto buscando mais luz para oferecer aos seus semelhantes, o apelo a todas as energias para manter acesa e erecta a tocha do fogo sagrado – ofereceram-lhe toda a sua autenticidade, o tributo da sua vida ardente, a plenitude do seu amor; contudo, encontraram demasiada indiferença, demasiada letargia e demasiados braços egoisticamente cruzados. Pior ainda, muitas vezes os seus seguidores aviltaram e desvirtuaram a obra, deixaram extinguir-se o sopro sagrado, permitiram que caísse na lama, como se fora uma coisa qualquer, a bandeira a tanto custo erguida. Por favor, não permitamos que volte a acontecer nos nossos dias; não permitamos que alguns lutem, trabalhem e sirvam até à exaustão para oferecer uma obra e uma oportunidade que não aproveitemos”

Redobremos, pois, a nossa força, fazendo da aprendizagem do Ensinamento Sagrado não uma simples curiosidade vã, mas uma constância de todos os dias, através da qual nos tornemos melhores e mais fortes, para que assim possamos melhor e mais fortemente ajudar os nossos semelhantes, compartilhando essa luz. A divulgação das fontes onde todos podem beber esse ensinamento, é tarefa premente, para que muitos se ergam no mundo com o testemunho da Verdade, formando uma poderosa Rede de Luz Planetária. Não há Mestre externo, não há deva, não há anjo, não há guia, não há Messias que possa fazer por nós o esforço e o trabalho que nos são pedidos, que possa fazer por nós a parte que deve ser feita por mãos humanas.”



In, "O Advento do Homem Universal", Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1994, p. 90 e 91

13 de Novembro de 2009

Discurso do Presidente das Maldivas - uma chamada à acção.




No início desta semana, o presidente Mohamed Nasheed - o líder das Maldivas, o país com altura média mais  baixa do mundo, e confrontado com a ameaça real de extinção iminente, devido à elevação dos mares - fez um discurso poderoso e apelou a um pacto de sobrevivência "." 


O discurso completo: 


President Nasheed's Powerful Speech

Your Excellencies, distinguished guests, ladies and gentlemen,
We gather in this hall today, as some of the most climate-vulnerable nations on Earth.

We are vulnerable because climate change threatens to hit us first; and hit us hardest.

And we are vulnerable because we have modest means with which to protect ourselves from the coming disaster.

We are a diverse group of countries.

But we share one common enemy.

For us, climate change is no distant or abstract threat; but a clear and present danger to our survival.

Climate change is melting the glaciers in Nepal.

It is causing flooding in Bangladesh.

It threatens to submerge the Maldives and Kiribati.

And in recent weeks, it has furthered drought in Tanzania, and typhoons in the Philippines.

We are the frontline states in the climate change battle.

Ladies and gentlemen,

Developing nations did not cause the climate crisis.

We are not responsible for the hundreds of years of carbon emissions, which are cooking the planet.

But the dangers climate change poses to our countries, means that this crisis can no longer be considered somebody else’s problem.

Carbon knows no boundaries.

Whether we like it or not, we are all in this fight together.

For all of us gathered here today, inaction is not an option.

So, what can we do about it?

To my mind, whatever course of action we take must be based on the latest advice of climate scientists. Not on the advice of politicians like us.

As Copenhagen looms, and negotiators frantically search for a solution, it is easy to think that climate change is like any other international issue.

It is easy to assume that it can be solved by a messy political compromise between powerful states.

But the fact of the matter is, we cannot negotiate with the laws of physics.

We cannot cut a deal with Mother Nature.

We have to learn to live within the fixed planetary boundaries that nature has set.

And it is increasingly clear that we are living way beyond those planetary means.

Scientists say that global carbon dioxide levels must be brought back down below 350 parts per million.

And we can see why.

We have already overshot the safe landing space.

In consequence the ice caps are melting.

The rainforests are threatened.

And the world’s coral reefs are in imminent danger.

Members of the G8 rich countries have pledged to halt temperature rises to two degrees Celsius.

Yet they have refused to commit to the carbon targets, which would deliver even this modest goal.

At two degrees we would lose the coral reefs.

At two degrees we would melt Greenland.

At two degrees my country would not survive.

As a president I cannot accept this.

As a person I cannot accept this.

I refuse to believe that it is too late, and that we cannot do any about it.

Copenhagen is our date with destiny.

Let us go there with a better plan.

Ladies and gentlemen,

When we look around the world today, there are few countries showing moral leadership on climate change.

There are plenty of politicians willing to point the finger of blame.

But there are few prepared to help solve a crisis that, left unchecked, will consume us all.

Few countries are willing to discuss the scale of emissions reductions required to save the planet.

And the offers of adaptation support for the most vulnerable nations are lamentable.

The sums of money on offer are so low, it is like arriving at a earthquake zone with a dustpan and brush.

We don’t want to appear ungrateful but the sums hardly address the scale of the challenge.

We are gathered here because we are the most vulnerable group of nations to climate change.

The problem is already on us, yet we have precious little with which to fight.

Some might prefer us to suffer in silence but today we have decided to speak.

And so I make this pledge today: we will not die quietly.

Ladies and gentlemen,

I believe in humanity.

I believe in human ingenuity.

I believe that with the right frame of mind, we can solve this crisis.

In the Maldives, we want to focus less on our plight; and more on our potential.

We want to do what is best for the planet.

And what is best for our economic self-interest.

This is why, earlier this year, we announced plans to become carbon neutral in ten years.

We will switch from oil to 100% renewable energy.

And we will offset aviation pollution, until a way can be found to decarbonise air transport too.

To my mind, countries that have the foresight to green their economies today, will be the winners of tomorrow.

They will be the winners of this century.

These pioneering countries will free themselves from the unpredictable price of foreign oil.

They will capitalize on the new, green economy of the future.

And they will enhance their moral standing, giving them greater political influence on the world stage.

Here in the Maldives we have relinquished our claim to high-carbon growth.

After all, it is not carbon we want, but development.

It is not coal we want, but electricity.

It is not oil we want, but transport.

Low-carbon technologies now exist, to deliver all the goods and services we need.

Let us make the goal of using them.

Ladies and gentlemen,

A group of vulnerable, developing countries committed to carbon neutral development would send a loud message to the outside world.

If vulnerable, developing countries make a commitment to carbon neutrality, those opposed to change have nowhere left to hide.

If those with the least start doing the most, what excuse can the rich have for continuing inaction?

We know this is not an easy step to take, and that there might be dangers along the way.

We want to shine a light, not loudly demand that others go first into the dark.

So today, we want to share with you our carbon neutral strategy.

And we want to ask you to consider carbon neutrality yourselves.

I think a bloc of carbon-neutral, developing nations could change the outcome of Copenhagen.

At the moment every country arrives at the negotiations seeking to keep their own emissions as high as possible.

They never make commitments, unless someone else does first.

This is the logic of the madhouse, a recipe for collective suicide.

We don’t want a global suicide pact.

And we will not sign a global suicide pact, in Copenhagen or anywhere.

So today, I invite some of the most vulnerable nations in the world, to join a global survival pact instead.

We are all in this as one.

We stand or fall together.

I hope you will join me in deciding to stand.

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12 de Novembro de 2009

Teosofia - Religião-Sabedoria, a fonte das Religiões

“Teosofia [ou Religião-Sabedoria] não é uma invenção; não foi descoberta; não foi composta ou formada por algumas mentes intelectualmente brilhantes e espirituais. Nem sequer é um mero agregado sincrético de doutrinas filosóficas e religiosas, retiradas aos poucos a partir de várias religiões e filosofias do mundo. Este última absurdidade – porque é o que realmente é – foi lançada como uma teoria numa tentativa de explicar o seu surgimento no mundo moderno, por um ou dois lunáticos pacíficos, de quem os poderes de penetração intelectual eram bem mais fracos do que o seu desejo de denegrir, e surgiu provavelmente porque eles viram nas doutrinas Teosóficas paralelos com, semelhanças com, e em casos idênticas com, outras doutrinas nas várias filosofias e religiões antigas. Eles tomam, ou pretendem tomar, este facto bem conhecido como uma explicação para todo o sistema Teosófico. Eles não viram que a explicação alternativa a isso: que estas religiões e filosofias foram originalmente derivadas do místico e arcaico sistema Teosófico, a Tradição Esotérica da antiguidade, é igualmente e em verdade muito mais razoável, e após exame descobre-se que é a única explicação possível. Eles não viram que a Teosofia é essa formulação original da verdade, esse Sistema-Mãe, a partir do qual todas as grandes religiões e filosofias da antiguidade brotaram na sua origem.”


Do texto “Theosophy: The Mother of Religions”, do livro Esoteric Tradition Vol.I (2.ª edição), de G. de Purucker, Theosophical University Press, Pasadena, 1973, p.32.


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"A Teosofia, portanto, é a Religião-Sabedoria arcaica, a doutrina esotérica uma vez conhecida em todos os países antigos que tinham pretensões de ser civilizados. Esta “Sabedoria” todos os antigos escritos nos mostram como sendo uma emanação do Princípio divino; e a clara compreensão dela é tipificada em nomes como o indiano Buda, o babilónio Nebo, o Toth de Mênfis, o Hermes da Grécia, nas invocações, também, de algumas deusas — Métis, Neitha, Atena, a Sofia gnóstica, e finalmente — os Vedas, originados da palavra “saber, conhecer”. Sob esta designação, todos os antigos filósofos do oriente e ocidente, os Hierofantes do antigo Egipto, os Rishis de Aryavart, os Teodidaktoi da Grécia, incluíram todo o conhecimento das coisas ocultas e essencialmente divinas."

Helena Blavatsky


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Ler também:

11 de Novembro de 2009

Carta para a compaixão


Porquê uma carta para a compaixão?


A Regra de Ouro requer que usemos empatia e imaginação moral para nos colocarmos no lugar dos outros, recusando sempre, sob qualquer circunstância, praticar acções que prejudiquem o próximo.

FAZ AOS OUTROS O QUE GOSTARIAS QUE TE FIZESSEM A TI
A Carta da Compaixão é um esforço cooperativo para restaurar e pensar não só compaixão, mas, mais importante ainda, a acção compassiva para o centro da vida religiosa, moral e política.
Compaixão é a determinação de princípios e a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, e está situada no coração de todos os sistemas religiosos e éticos.
Uma das tarefas mais urgentes da nossa geração é construir uma comunidade global, onde homens e mulheres de todas as raças, nações e ideologias possam viver juntos em paz.
Em nosso mundo globalizado, todos somos vizinhos, e a Regra de Ouro tornou-se uma necessidade urgente.
A Carta, elaborada por pessoas de todo o mundo, elaborada por um multi-nacional conselho de pensadores e líderes, procura mudar a conversação para que a compaixão se torne uma palavra-chave no discurso público e privado, deixando claro que qualquer ideologia que gere ódio ou desprezo ~ seja religiosa ou secular ~ falhou no teste do nosso tempo.

Não é simplesmente uma declaração de princípio, é acima de tudo, uma convocação à acção criativa, prática e sustentável para atender os problemas políticos, morais, religiosos, sociais e culturais do nosso tempo.

Nós convidamos cada um de vocês a adoptar a Carta como a sua própria e a fazer um compromisso vitalício de viver com compaixão.


10 de Novembro de 2009

Criança jornalista espalha a Boa Nova



Max Jones, um estudante de 12 anos de idade, de Orlando, Flórida, entre os trabalhos de casa,aulas de violoncelo e orquestra, iniciou a construção de um império de televisão on-line, especializada em tudo que é bom no mundo.

Para isso, Max Jones criou o Weekend News Today, mas prevê um dia presidir a uma rede de 15 sites.
Este projecto já conta com 5.000 acessos por dia e atraiu estagiários não remunerados, adolescentes de todo o mundo, para gravar e editar vídeo e conteúdo escrito.


Max disse: "Eu realmente acho que uma pessoa, pouco a pouco, pode fazer a diferença no mundo”

9 de Novembro de 2009

Ryuichi Sakamoto


7 de Novembro de 2009

A bola que pode mudar o mundo...!

Há um bilhão de pessoas sem-abrigo que vivem hoje, em nosso mundo.
The Homeless World Cup, com sede em Edimburgo, na Escócia, é responsável pelo desenvolvimento do torneio de futebol reconhecido internacionalmente, que se realiza anualmente, e cujas equipas são formadas por pessoas com graves problemas sociais.
The Homeless World Cup apoia projectos futebolísticos em mais de 60 países, trabalhando com mais de 25.000 sem-abrigo e pessoas excluídas ao longo do ano que, uma vez na vida, têm a oportunidade de representar o seu país (apesar de tudo!) e mudar as suas vidas para sempre.
Verificou-se que, 73% dos jogadores conseguiram mudar as suas vidas para melhor, por se livrarem das drogas e do álcool, movendo-se em empregos, educação, lares, formação, reunindo-se com as famílias e até mesmo tornando-se jogadores e treinadores para o Pro ou semi-equipas de futebol profissional.
O impacto desta iniciativa é consistente e significativo de ano para ano e inclui apoios da UEFA, Nike, ONU, Manchester United, Real Madrid, o embaixador Eric Cantona e jogadores internacionais de futebol, Didier Drogba e Rio Ferdinand.
The Homeless World Cup está cheio de jogadores com coragem, garra e determinação.

Homeless World Cup, MILAN 2009 - The Final from Jan-Paul Bednarz on Vimeo.


Selecção Nacional VICE-CAMPEÃ MUNDIAL DE FUTEBOL DE RUA
A Selecção Portuguesa sagrou-se vice-campeã do Mundo de Futebol de Rua (HWC’09 – Milan) que decorreu em Milão entre os dias 6 a 13 de Setembro. A melhor classificação de sempre da equipa nacional nesta competição.
Depois da excelente prestação de Portugal na primeira fase, onde goleou os cinco adversários do seu grupo, Alemanha, Austrália, Canadá, Malawi e Bélgica, a Selecção Portuguesa integrou o Grupo D com a Hungria, Roménia, França, Inglaterra e Ucrânia.
Na terceira fase, venceu o Gana nos quartos-de-final e o Brasil nas semi-finais, tendo disputado a final com a Ucrânia onde perdeu (5-4) a 20 segundos do final da partida através de um penalti.
A 7ª edição do Campeonato do Mundo de Futebol de Rua contou com a participação de 48 países cujas equipas são compostas por jovens em situação de sem-abrigo e pobreza extrema.

6 de Novembro de 2009

Conhecimento e Ignorância



“ (...) É diferente ver o homem um animal topo de gama,  ou um ser Divino, e que os Reinos evoluem separadamente.

É diferente saber que um dia se alcançará a perfeição de Buddha ou Cristo, ou o fim é o cemitério.

É diferente saber que o Universo é regido por Leis fixas e imutáveis, ou por Acasos, milagres e revelações.

É diferente saber que todas as transformações são operadas por nós, ou estar à espera de um deus inexistente, feito à nossa falsa imagem.

É diferente saber que existem relações fixas entre causas e efeitos e tudo o que fizermos implica um efeito qualitativa e quantitativamente idêntico, uma trama gigantesca de forças, onde todos interferimos com todos, ou andar de joelhos a invocar perdões sobre faltas.

É diferente saber que todas as religiões são rigorosas,  [quando]  entendidas no original, e todas se fundam em Sofia  [Sabedoria],  a Ciência das Causas e Efeitos, do que as tomar por mensagens, revelações, ritos sociais, vagos, subjectivistas e falsos. (...)

É diferente Conhecer e Saber ou confrontar-se com os Mestres em iluminações ´de fuga`, explosões emocionais delirantes, morrer antes de ter feito em si alguma coisa boa e persistente pela humanidade.

É diferente conhecer e saber, os pólos de Sofia e Teo  [na Árvore da Vida],  viver de modo humano, não isolar a alma natural da alma humana e espiritual, no Mundo Espiritual.

É diferente ter um caminho difícil que os Mestres mais experimentados sistematizaram, ou nenhum caminho e negar à Humanidade essa experiência, lá por estar na moda a libertação evasiva, não cientifica, e o horror ao Mestre. (...)"

HAC
In, Portugal Teosófico, n.77, 2000, STP, Lisboa.

3 de Novembro de 2009

Al Gore e Alterações Climáticas



Al Gore acaba de lançar um novo livro com o título "Our Choise" (A Nossa Escolha).



Veja também a mais recente entrevista de Al Gore falando sobre o seu novo livro e o estado actual da luta contra as alterações climáticas: