24 de julho de 2014

A BÊNÇÃO INDESEJADA

Quem Deseja Avançar
De Fato Pelo Caminho Probatório?


Carlos Cardoso Aveline




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O artigo a seguir foi publicado
inicialmente na revista canadense “Fohat”,
edição do inverno de 2005 (hemisfério norte).
Título original: “The Unwanted Blessing”.

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Nenhuma existência particular é mais do que uma pequena onda provisória no oceano ilimitado da vida.

Desde um átomo até uma galáxia, tudo no universo pulsa. A maior parte dos seres vibra durante algum tempo e então se dissolvem. Pode passar muito tempo até que eles surjam novamente, vestindo outras formas externas.

As pulsações estão em todas as partes e cada uma tem o seu ritmo. Na Grécia antiga, os pitagóricos ensinavam que todos os seres são, na verdade, feitos de padrões vibratórios. Cada aspecto da realidade única e universal consiste de ondas, ou, mais precisamente, de uma combinação de diversos ritmos de movimento ondulatório.

O processo de aprendizagem na mente humana segue a Lei da Vibração Universal. Para compreender realidades desconhecidas, devemos elevar nosso ritmo até chegar a novos modos de vibração. Cada aspecto do conhecimento humano tem os seus próprios modos de aproveitar a diversidade ilimitada de frequências e ritmos. 

Algo similar ocorre com o processo pelo qual podemos aprender sabedoria divina. O que os livros clássicos de filosofia esotérica nos trazem de mais precioso são indicações sobre os padrões vibratórios que operam nos níveis superiores de realidade. Tirar proveito prático destas indicações, porém, é algo que pode ocorrer ou não; isso depende do modo como lemos estes livros.

O verdadeiro desafio que confronta o estudante não é ficar familiarizado com palavras e ideias. A tarefa é incorporar aqueles padrões de vida mais sábios à sua existência diária, ao mesmo tempo que elimina frequências vibratórias incompatíveis com o ideal adotado.

Esta tarefa costuma levar tempo. O aprendizado de filosofia esotérica desafia skandhas ou registros cármicos que foram acumulados durante várias encarnações. À medida que aprende teosofia, o estudante tem que mudar a si mesmo, gradual mas completamente. 

Cada novo passo ao longo do caminho significa adotar algum novo padrão, e para isso o peregrino deve esquecer algum ritmo ou hábito velho que costumava considerar como seu. O antigo sentido de identidade é abandonado junto com padrões de vibração anteriores. Ele compreende que, paradoxalmente, o verdadeiro autoconhecimento só pode ser obtido esquecendo a si próprio.

O mesmo desafio é expressado em “Luz no Caminho”:

“Deseja apenas aquilo que está além de ti. Deseja apenas aquilo que é inalcançável. Porque dentro de ti está a luz do mundo - a única luz que pode iluminar o Caminho. Se fores incapaz de percebê-la dentro de ti, será inútil procurar fora. Ela está além de ti; porque quando a tocares terás perdido a ti mesmo.” [1]

Como, então, podemos fazer uma ponte para aquilo que está em nós e está ao mesmo tempo além de nós? A importância desta questão não é pequena.

Pode-se dizer que a essência da filosofia esotérica moderna está expressa nas “Cartas dos Mahatmas”, nas “Cartas dos Mestres de Sabedoria” e nos livros e textos escritos ou assinados por Helena P. Blavatsky, além de outras obras clássicas. E temos ainda os exemplos de vida de H. P. B. e outros discípulos regulares e discípulos leigos que viveram no século 19 ou antes. Muitas dessas lições práticas podem ser encontradas nos textos das cartas escritas ou ditadas por Adeptos. H. P. B. tinha as suas razões para decidir que abordaria as vidas de Iniciados no terceiro volume de “A Doutrina Secreta”. Embora este volume nunca tenha sido publicado, a literatura teosófica possui vários textos dela sobre este tema. [2]

Há, pois, dois aspectos dos ensinamentos esotéricos: o metafísico e o vivencial. Ambos são necessários.

Por outro lado, se olharmos para a filosofia teosófica desde o ponto de vista dos padrões de vibração, veremos pelo menos três “agrupamentos de ritmos”, cujas “chaves de acesso” estão presentes na literatura esotérica e disponíveis para o estudante atento.

Eles são:

1) Na medida em que cada ser humano é uma contrapartida microcósmica do universo inteiro, ele pode literalmente conhecer a si mesmo através do estudo do cosmo. As ondas mentais impessoalmente filosóficas de Jnana Ioga podem ser encontradas em “A Doutrina Secreta” [3] e outros escritos, inclusive as Cartas dos Mahatmas. Quando lidas corretamente, estas obras expandem de modo decisivo na consciência do estudante os princípios Manas (percepção mental) e Buddhi-Manas (inteligência espiritual intelectualmente articulada).

2) Um segundo “agrupamento” de ritmos mais elevados de consciência surge como consequência do ponto anterior. Ele produz, acima dos pensamentos, uma percepção interna, localizada no coração, dos processos cosmológicos em sua unidade e diversidade dinâmicas. Este grupo de vibrações muda a consciência do estudante em sua totalidade. Ele opera independentemente de quaisquer palavras ou frases, ainda que em certas condições determinadas frases sirvam para despertar a possibilidade desta vibração e para colocá-la em movimento real. Como uma metáfora, podemos dizer que este grupo de vibrações “flutua” pouco acima do primeiro “agrupamento”.

3) Outra corrente de potencialidades espirituais parece ser uma bênção indesejada. Para muitos, é uma experiência desagradável ter qualquer forma de contato com o terceiro grande agrupamento de padrões vibratórios presente nas obras clássicas da filosofia esotérica. No entanto este agrupamento é essencial no processo de aprendizagem. Ele constitui o alicerce: ele conecta a aprendizagem com o solo. Ele produz o esquecimento do eu pessoal e o discernimento, sem os quais os dois grupos anteriores de vibração são insustentáveis. 

Este agrupamento de ondas ou vibrações traz consigo as possibilidades probatórias que surgem da prática de desafiar a ignorância espiritual e o dogmatismo em suas várias formas. Ele provoca uma revolução interior na vida do estudante. Ele coloca o estudante numa incômoda proximidade do real aprendizado esotérico.

Os três agrupamentos de vibração são inseparáveis. A provação não precisa ser procurada, nem pode ser evitada, porque todo e qualquer conhecimento traz consigo algum tipo de responsabilidade e de testes. Os estudantes enfrentam “provações” na proporção direta da força e da pureza da sua intenção, e de acordo com o conteúdo e a “cor” do seu carma passado.

É inútil, portanto, perguntar quando e onde começa o processo de provação. A provação é parte da vida. Ela nunca começa ou termina. A sua intensidade é sempre determinada pela rapidez e profundidade do processo de aprendizagem, e estes dois fatores são mutáveis. 

Os testes são indispensáveis, porque não podemos viver a sabedoria sem eliminar os mecanismos de ignorância espiritual. E a ignorância não está apenas dentro de nós mesmos. Ela também está coletivamente presente na cidade, no estado, no país, e nos grupos e nas instituições de que fazemos parte.

Para alguns, o caminho espiritual é um modo de obter paz e conforto de ordem pessoal. Em suas ações, eles tentam rejeitar o processo de provação. Quando estas pessoas ficam sabendo da luta de H. P. B. contra o dogmatismo teológico e outras formas de ignorância coletiva, pensam que a fundadora do movimento teosófico era uma figura excessivamente polêmica. Adotam a opinião de que H. P. B. era menos pacífica do que deveria. Pensar deste modo pode ajudar-nos a disfarçar o nosso apego cego à rotina e ao conforto da imobilidade.

Como em geral quem desafia a ignorância coletiva é intensamente atacado, pode ser confortável ter à mão explicações e desculpas para justificar o fato de que às vezes nem sequer tentamos seguir o exemplo e o padrão vibratório dos sábios. Por isso algumas pessoas dizem que H. P. B. desafiava os dogmas do seu tempo porque era neurótica - ou talvez porque havia um princípio da sua consciência que não estava com seu corpo físico, e sim no Ashram dos Mestres dos Himalaias. Esse fato é verdadeiro. O contato ampliado com os Mestres a tornava excessivamente sensível diante da ignorância média do ser humano. Mas, independentemente destas e de outras circunstâncias, H. P. B. questionava os dogmas do seu tempo por um motivo bastante simples: ela era uma grande alma.

O mesmo fizeram inúmeros Mensageiros, grandes e pequenos, desde Pitágoras, Buddha e Lao-tzu. Mensageiros e instrutores derrubam dogmas e não dão importância a seu próprio bem-estar pessoal. A lenda dos Evangelhos é uma narrativa simbólica desta jornada. 

Vistos como padrões vibratórios, a vida e o sofrimento de Helena Blavatsky dão ao estudante lições e exemplos dignos de serem seguidos. H. P. B. foi um instrumento voluntário para a abertura de um novo caminho e para o estabelecimento de uma frequência vibratória melhor na mente humana. Mais de um século depois que ela abandonou seu corpo físico em 1891, sua vida indica o caminho estreito e difícil que, um dia, todos nós poderemos trilhar. O aspecto interno do progresso ao longo desta estrada é radiante. Sua substância é uma bênção ilimitada. No nível exterior, porém, a personalidade do aprendiz deve passar por uma dolorosa crucificação psicológica. Um Mahatma descreveu este processo em carta para um discípulo leigo:

“Já foi dito a você, no entanto, que o caminho para as Ciências Ocultas tem de ser trilhado laboriosamente e percorrido com perigo de vida; que cada novo passo nele, que leva à meta final, é rodeado por armadilhas e espinhos cruéis; que o peregrino que se aventura por ele é obrigado primeiro a confrontar e vencer as mil e uma fúrias [4] que guardam seus portões e sua entrada adamantinos [5] - fúrias chamadas Dúvida, Ceticismo, Desprezo, Ridículo, Inveja e finalmente Tentação - especialmente a última; e que aquele que quiser ver mais além tem primeiro de destruir este muro vivo; deve ter um coração e uma alma vestidos de aço e uma determinação de ferro, que nunca falha, e no entanto deve ser amável e gentil, humilde, e deve ter expulsado do seu coração toda paixão humana, que leva ao mal.” [6]

As coisas grandes se refletem nas coisas pequenas, e qualquer estudante sincero pode experimentar algo do verdadeiro discipulado se TENTAR viver à altura do ensinamento. 

Consciente ou inconscientemente, alguns preferem ignorar o fato de que o caminho para o real aprendizado é estreito e pleno de desafios. O medo, o apego à rotina e a opção pelo conforto pessoal se escondem geralmente sob belas ideias e frases espirituais. Quando o caminho do sagrado se transforma em algo para ser visto pelos outros, a prioridade passa a ser a aparência da paz. Então o estudante pode cair no quietismo, que é amavelmente definido nas Cartas dos Mahatmas como “uma paralisia completa da alma”. [7]

Os quietistas esotéricos não enxergam as valiosas oportunidades presentes inclusive nas regiões mais externas e suaves do caminho probatório. Em consequência disso, quase sempre se recusam a defender aqueles que são injustamente atacados, e os seus sentimentos solidários são feitos mais de palavras vagas do que de ações concretas. Quando escutam que o trabalho inaugurado por H. P. B. enfrenta desafios no século 21, eles ingenuamente encolhem os ombros. Pensam que isso não tem nada a ver com eles, nem com sua aprendizagem espiritual. 

Talvez estas almas com aparência pacífica tentem situar-se acima de todas as questões “mundanas” e conflitivas. Elas têm o direito de seguir ilusões, obstaculizando o seu próprio caminho e o caminho de outros. Aprenderão a seu devido tempo. Para aqueles que buscam a verdade, no entanto, é possível obter uma ligação direta e real com o ensinamento filosófico que estudam, e com a fonte sagrada daqueles ensinamentos.

Não há dúvida de que a combinação da teoria com a prática produz perigos. Ser pacífico é uma coisa. Parecer pacífico é outra coisa inteiramente diferente. 

Ser espiritual significa frequentemente parecer não-espiritual. O contraste enganoso entre a imagem externa e a realidade interna faz com que cada flor vista ao longo do caminho esconda pelo menos um ou dois espinhos que podem facilmente ferir o peregrino. E frequentemente mais do que isso. “A Voz do Silêncio” diz o seguinte sobre este nível da caminhada:

“O nome do segundo Salão é Salão do APRENDIZADO. Nele a tua alma encontrará as flores da vida, mas sob cada flor haverá uma serpente enroscada.” [8]

O caminho externo e fácil é o caminho falso. São as motivações internas que determinam que caminho estamos trilhando. As palavras suaves e hábeis podem ser apenas um instrumento de hipocrisia.

Numa das lições do Novo Testamento, o amável mestre Jesus nos ajuda a entender os ensinamentos de H. P. Blavatsky sobre a necessidade de o estudante defender a verdade contra a mentira, ao invés de tentar parecer santo aos olhos dos outros.

Jesus diz:

“Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois vocês limpam o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniquidade. Fariseu cego! Limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior fique limpo.” (Mateus, 23: 25-26)

Aqueles que consideram pouco amável a atitude de H. P. B. para com os que se apegam à ignorância deveriam meditar calmamente, e com regularidade, sobre estas palavras de Jesus:

“Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois vocês são semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundície.” (Mateus, 23: 27-28)

Há, pois, uma profunda diferença entre a aparência externa de paz, continuamente ensaiada por todos os tipos de sepulcros caiados - teosóficos ou não - e a provação espiritual interna enfrentada por aquele que decide fazer um verdadeiro auto-sacrifício. Talvez esta seja a razão pela qual nas Cartas dos Mahatmas os estudantes são convidados a agir como “guerreiros espirituais”. [9]

Nos primeiros anos do movimento teosófico moderno, a tarefa que confrontava os teosofistas era descrita como um “esforço desesperado” (“forlorn hope”). A expressão usada em inglês é de origem alemã e significa um empreendimento que quase certamente fracassará, uma iniciativa perigosa ou sem chances de vitória. [10] Em carta para um discípulo leigo, um Mestre explicou o uso que fizera da expressão:

“O que eu quis dizer com ‘esforço desesperado’ foi que, quando se considera a magnitude da tarefa a ser empreendida pelos nossos trabalhadores teosóficos, e especialmente as múltiplas forças já reunidas e que ainda se reunirão contra ela, bem podemos compará-la a um daqueles esforços desesperados contra condições esmagadoramente adversas que um verdadeiro soldado se orgulha de tentar. Você fez bem em ver o ‘grande propósito’ no tímido começo da S. T.” [11]

Se olharmos os desafios que a nossa civilização enfrenta na primeira parte do século 21, e se fizermos uma avaliação séria do movimento teosófico em escala mundial, não será difícil compreender por que motivo o Mestre usou a expressão esforço desesperado para descrever a tarefa dos teosofistas do século 19. Mas não há tarefa impossível a longo prazo. O trabalho prático na direção correta traz os testes que, no seu devido tempo, permitem aos estudantes acumular experiência até alcançar a sabedoria de modo seguro e sustentável.

O caminho da provação espiritual nos convida a esquecer aparências para aumentar e proteger o Templo da Verdade em nossos próprios corações e mentes. Ao fazer isso, começamos a preparar-nos para merecer as bênçãos desconfortáveis do discipulado leigo. Um mestre dos Himalaias escreveu:

“Aquele que quiser erguer alto a bandeira do misticismo e proclamar que o seu reino está próximo tem que dar o exemplo aos outros. Ele deve ser o primeiro a mudar os seus próprios modos de vida; e, com relação ao fato de que o estudo dos mistérios ocultos é o degrau mais alto da escada do Conhecimento, tem que proclamar isso em voz alta, apesar da ciência exata e da oposição da sociedade. O Reino do Céu é obtido pela força, dizem os místicos cristãos. É somente com uma arma na mão e disposto a vencer ou morrer que o místico moderno pode ter a expectativa de alcançar seu objetivo.” [12]

A arma na mão, naturalmente, é o amor à verdade. E é também o respeito a todos os seres.

Durante a caminhada em direção “ao reino do céu em nosso interior”, devemos TENTAR o melhor, centenas de vezes, cometendo o tempo todo erros dolorosos.

Gradualmente aprenderemos a errar menos e a corrigir com mais rapidez as nossas falhas. Se perseverarmos, uma coisa será percebida: quando o bom carma começa a amadurecer, uma nova manhã se anuncia no horizonte e o real aprendizado já domina inteiramente a jornada. Então os efeitos externos das bênçãos interiores passam a ser menos desconfortáveis.  

NOTAS:

[1] “Luz no Caminho”, M. C., edição luso-brasileira, The Aquarian Theosophist, 2014, 85 pp., Regras 10 a 12, Primeira Série de Regras, p. 22.

[2] A edição original de “A Doutrina Secreta” consiste de dois volumes. O terceiro volume nunca foi publicado e seus originais desapareceram após a morte de H. P. B. No entanto, alguns dos textos de H. P. B. sobre vidas de iniciados não se perderam, e estão publicados em “Collected Writings of H. P. B.”, volume XIV, TPH, EUA, 1985, 733 pp.

[3] Um texto clássico, neste sentido, é “As Três Proposições Fundamentais”, de H. P. Blavatsky. Ele pode ser encontrado através da Lista de Textos por Ordem Alfabética, em www.FilosofiaEsoterica.com

[4] Fúrias: na mitologia clássica, divindades femininas que puniam crimes, instigadas pelas vítimas, e vingavam os deuses.

[5] Adamantinos, isto é, feitos de diamante.

[6] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Brasília, edição em dois volumes, Carta 126, volume dois, p. 274.

[7] “Cartas dos Mahatmas”,  Ed. Teosófica, Carta 11, volume um, p. 76.

[8] “A Voz do Silêncio”, Helena Blavatsky, Fragmento I. A obra está publicada na íntegra em www.FilosofiaEsoterica.com.

[9] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Carta 130, volume dois, p. 287.

[10] “Webster’s Encyclopedic Unabridged Dictionary of the English Language”, edição de 1989.

[11] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Carta 15, volume um, pp. 104-105.

[12] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Carta 02, volume um, p. 43. 

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Sobre o mistério do despertar individual para a sabedoria do universo, leia a edição luso-brasileira de “Luz no Caminho”, de M. C.


Com tradução, prólogo e notas de Carlos Cardoso Aveline, a obra tem sete capítulos, 85 páginas, e foi publicada em 2014 por “The Aquarian Theosophist”.

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