Uma Comunicação
Social Profunda
Dina Cristo
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Dina Cristo é Mestre
em Ciências da
Comunicação, pela Universidade Nova,
em Lisboa. Docente de Teoria e História
dos “Media” na Escola Superior de
Educação de Coimbra. Autora do livro
“A Rádio em Portugal e o Declínio do
Regime de Salazar e Caetano (1958-1974)” ,
editado em 2005, pela MinervaCoimbra.
Comunicação, pela Universidade Nova,
em Lisboa. Docente de Teoria e História
dos “Media” na Escola Superior de
Educação de Coimbra. Autora do livro
“A Rádio em Portugal e o Declínio do
Regime de Salazar e Caetano (1958-1974)” ,
editado em 2005, pela MinervaCoimbra.
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A Informação Solidária
(IS) é como uma Estação de Tratamento Humano: recicla pensamentos negativos,
sentimentos destrutivos, desintoxicando, por um lado, e nutrindo o Ser Humano,
por outro. Propõe-se apenas “informar”, ou seja, fornecer conhecimentos que
permitam ao público fazer escolhas mais correctas na sua vida. Emissor e
Receptor, mais próximos, partilham uma visão mais elevada da existência e do
papel que têm nela.
Conforme Carlos Cardoso Aveline ― “A Informação
Solidária”, Edifurb, Blumenau, SC, 2001 ― a IS é
um movimento informativo renovador de conteúdos, um novo paradigma
sócio-comunicativo de intervenção social, facilitado hoje pela Internet e o
aparecimento de agências internacionais de IS, reflexo de uma nova consciência
colectiva emergente, mais global e construtiva, de cidadania planetária.
Surgiu no último quartel do Séc.XX como resposta à exclusão (social), na
sequência da globalização, e à uniformidade (cognitivo-comportamental). Inspirou-se
nas correntes de economia solidária e ecologia profunda.
Distingue-se por ser naturalmente solidária, não apenas numa
perspectiva social, moral, ambiental e humana mas também sistémica. Assim, esta
prática informativa caracteriza-se pela cooperação, entre-ajuda, auto-gestão,
priorizando as afinidades electivas. Trata-se de uma informação ao mesmo tempo
livre ― autónoma, independente, intra-determinada, voluntária, mais
democrática, dialogante, aberta ― e comprometida com o interesse público e a
verdade.
É uma informação ecológica, reticular, sustentável, de longo prazo, nutritiva e despoluída; valoriza, preserva e expressa a interdependência de todas as expressões de vida. É mais integral, holística, abrangente, profunda, inclusiva, plural, crítica, discernida, exigente, emocional, intuicional e criativa; contribui para a diversidade do discurso jornalístico, a integração e coesão sócio-profissional e o desenvolvimento local. Vai para além do aspecto material, imediato, estritamente humano, do jornalismo (de responsabilidade) social, positivo, negativo ou comunitário, aprofundando-o e desenvolvendo-o.
É uma Comunicação Social fundamentalmente ética, que coloca a ênfase no dever, na (auto)responsabilidade, distingue-se por ser honesta, íntegra, consciente, de boa vontade, justa, tolerante, coerente, fraterna, humana e sensível. Privilegia, em termos de critérios de selecção, a qualidade, a importância, o enquadramento, a moderação, o interesse público, a utilidade, as questões estruturais sociais e a informação central acerca de uma vida (mais) correcta.
A Informação Solidária tem um público mais activo e participativo, de que os Provedores ― dos leitores, ouvintes e telespectadores ― seus representantes são hoje exemplares. Ela está nos grandes “media” mas predomina nos mais pequenos, alternativos. Não exclui o lucro, embora esse não seja o seu (principal) objectivo.
Em síntese, a IS baseia-se em valores, fontes, agentes, critérios e conteúdos, que espelham um nível mais elevado de consciência, ética, responsabilidade, liberdade e solidariedade. A revista “Cais” é um dos exemplos em Portugal.
É uma informação ecológica, reticular, sustentável, de longo prazo, nutritiva e despoluída; valoriza, preserva e expressa a interdependência de todas as expressões de vida. É mais integral, holística, abrangente, profunda, inclusiva, plural, crítica, discernida, exigente, emocional, intuicional e criativa; contribui para a diversidade do discurso jornalístico, a integração e coesão sócio-profissional e o desenvolvimento local. Vai para além do aspecto material, imediato, estritamente humano, do jornalismo (de responsabilidade) social, positivo, negativo ou comunitário, aprofundando-o e desenvolvendo-o.
É uma Comunicação Social fundamentalmente ética, que coloca a ênfase no dever, na (auto)responsabilidade, distingue-se por ser honesta, íntegra, consciente, de boa vontade, justa, tolerante, coerente, fraterna, humana e sensível. Privilegia, em termos de critérios de selecção, a qualidade, a importância, o enquadramento, a moderação, o interesse público, a utilidade, as questões estruturais sociais e a informação central acerca de uma vida (mais) correcta.
A Informação Solidária tem um público mais activo e participativo, de que os Provedores ― dos leitores, ouvintes e telespectadores ― seus representantes são hoje exemplares. Ela está nos grandes “media” mas predomina nos mais pequenos, alternativos. Não exclui o lucro, embora esse não seja o seu (principal) objectivo.
Em síntese, a IS baseia-se em valores, fontes, agentes, critérios e conteúdos, que espelham um nível mais elevado de consciência, ética, responsabilidade, liberdade e solidariedade. A revista “Cais” é um dos exemplos em Portugal.
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Veja os textos “Rompendo Com a Dominação Eletrônica”, de Carlos Cardoso
Aveline, e “Somos Todos Doutores”, de Millôr
Fernandes, ambos na seção “Desafios e Lições” do website www.FilosofiaEsoterica.com .
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Visite sempre www.FilosofiaEsoterica.com
e www.TeosofiaOriginal.com
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Para ter acesso a um estudo diário de teosofia original, escreva a lutbr@terra.com.br e
pergunte como é possível acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento.
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